A CIDADE DE ANCHIETA

Anchieta, cidade histórica, fundada em 1565, está localizada no litoral sul do Espírito Santo a 79 km da capital e a pequena distância dos grandes centros dos países, ligada por boas vias de acesso, como as BR 101, BR 262 e Rodovia do Sol, unindo as Rotas do Sol e da Moqueca e da Costa e da Imigração.

A ascensão do município se deve à chegada dos jesuítas, dentre os quais o padre José de Anchieta, que se instalou na rampa de uma montanha em frente ao rio denominado pelos índios de Iriritiba ou Rerigtiba, que significa “lugar de muitas ostras” na língua tupi, onde se encontram hoje a igreja matriz Nossa Senhora da Assunção e o Museu Nacional de Anchieta, construídos pelos jesuítas com a ajuda dos índios catequizados, ambas construções tombadas pelo patrimônio histórico nacional.

Além do patrimônio histórico, o município é riquíssimo em belezas naturais com 23 praias, lagoas, rios e um dos maiores e mais bem preservados manguezais do estado.
As manifestações culturais expressam a herança dos negros, índios e dos imigrantes italianos, portugueses e sírio-libaneses, etnias que formam a população do município.

O CAMINHO DO PADRE ANCHIETA

Em junho, quando se comemora o aniversário da morte do beato Anchieta, com a festa nacional, milhares de andarilhos saem da catedral, em Vitória, para percorrer os “passos de Anchieta”, refazem o percurso que o jesuíta Anchieta fez inúmeras vezes. Os motivos para caminhar são diversos. Muitos querem apenas conhecer a história, a cultura e os atrativos turísticos, outros fazem da caminhada uma oportunidade para um momento de reflexão. O ponto do trajeto é no santuário, em Anchieta.

 

ATRATIVOS, PRAIA E SOL

Além da história , o município de Anchieta oferece outros bons motivos para ser visitado por quase 300 mil turistas anualmente. Possui 30 km de litoral, com 23 praias e de desenhos variados, brindadas por belezas como falésia, cabos e enseadas. Algumas mais badaladas e outras tranqüilas, ainda virgens, as praias agradam tanto que busca o agito quanto quem busca o sossego e descanso em família, e também àqueles que curtem os esportes náuticos como windsurfe, vela, surf, pescarias e mergulho em navios naufragados, para apreciar a rica fauna e flora marinha nas águas verde-azuladas.

Os balneários mais agitados como Iriri, Castelhanos e Ubu, possuem além da vida noturna, com as baladas do calçadão, boa música e feira de artesanato, uma excelente infra-estrutura hoteleira, bares e restaurantes que oferecem pratos da culinária local, sempre à base de frutos do mar e a famosa moqueca capixaba.

Já as praias virgens, algumas ocupadas por vilas de pescadores, têm formações rochosas e recantos de mata atlântica, que proporcionam a prática da pesca esportiva, caminhadas e contato direto com a natureza.

A praia de castelhanos está entre as 10 melhores praias do Brasil e possui a bandeira azul (certificado internacional).

 

ECO TURISMO E AVENTURA

O rio Benevente e as lagoas de Maimbá e Ubu, oferecem excelentes condições para a prática de esporte de aventura, como a pesca esportiva canoagem, enduros, trilhas, trekking, mountain bike e outros.

Assim como a estação ecológica de papagaios, o manguezal faz parte do parque fluvial do rio Benevente, um dos mais preservados do espírito santo. Os passeios de barco são imperdíveis e podem ser feitos do ancoradouro próximo a colônia de pesca. Seguindo para a foz do rio Benevente, próximas à Praia do Coqueiro encontram-se as fazendas  marinhas de criação de marisco (sururu) e na praia de Ubu encontra-se o cultivo de coquile saint jaque.

A praia da Guanabara, entre as praias de Parati e Castelhanos, é um dos pontos do litoral capixaba onde as tartarugas marinhas da espécie Caretta fazem seus ninhos e desovam próximo à restinga.

Nesse local está o projeto Tamar com exposições, pesquisas e informações aos visitantes.
Na comunidade de Belo Horizonte se destaca o Monte Urubu com 332m para prática de trilhas e, também, o ciclismo.

AGROTURISMO

O interior do município, povoado pelos descendentes dos imigrantes italianos, portugueses e negros, além da riqueza cultural possui grande beleza natural com suas montanhas, vales, corredeiras, piscinas naturais, plantações e agradável clima.

A produção dos agricultores familiares nesses locais é também, um forte atrativo à visitação, à degustação da gastronomia típica, como pães, bolos , massas, geléias, compostas , cachaça e à apreciação de pratos exóticos com avestruzes ,pacas e rãs e, também , do artesanato, permitindo ao visitante adquirir boas lembranças do interior de Anchieta.

GASTRONOMIA

O peixe frito, os frutos do mar e a moqueca feita na panela de barro - herança indígena feita de modo artesanal pelas paneleiras – ajudam a compor o mosaico que é o município de Anchieta.

 

 

 

CULTURA, FOLCLORE E ARTESANATO

Anchieta possui um patrimônio histórico rico ligado à cultura indígena, negra e européia, expressas na sua arquitetura, folclore e danças típicas.

Foi no porto do rio benevente que aportaram os imigrantes italianos no séc. XIX. na casa da cultura esta expostos os documentos e objetos de época . Estão guardados também os livro do padre Anchieta e obra de Ronaldo Moreira.

O artesanato é produzido em cipó, madeira, taboa, fibra de bananeira, conchas e escamas e pode ser visto nas feiras de artesanato no centro de Anchieta, balneários de Iriri e Castelhanos.

Congo, Folia de Reis, Jaraguá, Dança Portuguesa, os Brandarinos e o Grupo Italiano Nona Adélia, contribuem para manter vivas as tradições locais.

Fonte: Folder da Secretaria Municipal de Turismo.
Fotos: Wederson Roccio e Gilberto Medeiros.

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